Equipe da Sedam apreende mais de 500 metros cúbicos de madeira extraída ilegalmente na Resex Rio Preto Jacundá

Na ação, uma das equipes percebeu a presença de “toreiros” com maquinários e toras de madeira extraída ilegalmente. Mais de 500 metros cúbicos de madeira foram extraídos da área.

Texto: Vanessa Farias Fotos: Arquivo/Sedam
Publicada em 26 de junho de 2018 às 13:16
Equipe da Sedam apreende mais de 500 metros cúbicos de madeira extraída ilegalmente na Resex Rio Preto Jacundá

A madeira está sendo calculada por fiscais da Sedam dentro da unidade de conservação

Equipe do Programa de Monitoramento de Biodiversidade da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) foi até a Reserva Extrativista Rio Preto Jacundá, no início deste mês, para fazer abertura de trilha de cinco quilômetros para levantamento de fauna, flora e controle de borboletas, verificando a qualidade da floresta e se a unidade de conservação está mantendo sua sustentabilidade.

Na ação, uma das equipes percebeu a presença de “toreiros” com maquinários e toras de madeira extraída ilegalmente. Mais de 500 metros cúbicos de madeira foram extraídos da área. “No mesmo momento, os servidores saíram da floresta por questão de segurança e foram até a nossa base no alojamento, onde acionamos a Polícia Ambiental de Machadinho D’Oeste, e comunicamos os nossos superiores em Porto Velho. A polícia registrou a ocorrência e realizou as prisões”, conta a engenheira florestal Sebastiana Almeida, diretora de Unidade de Conservação do Uso Sustentável.

A Resex Rio Preto Jacundá está localizada nos municípios de Cujubim e Machadinho D’oeste, sendo 75% dentro da última cidade, com melhor acesso à área de 95.300 hectares, onde 24 famílias mantem residência autorizada, usufruindo da caça e da pesca para subsistência. O roubo aconteceu próximo à comunidade Jatuarana. “A área é destinada ao manejo florestal. Nós teremos o apoio do pessoal do Departamento de Estradas, Rodagens, Infraestrutura e Serviços Públicos (DER) para nos dar o suporte com a retirada da madeira e, atualmente, os nossos fiscais estão no local calculando o volume e o prejuízo ambiental causado pela ação criminosa”.

Comentários

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    Pero Manso 26/06/2018

    Só isso, a Floresta do estado esta parecendo uma tábua de dama só uns bolsões de matas e o resto só pasto para segurar a terra para o pós venda, preservação ZERO, se quer saber é sobre voar para constatar.

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