TJ marca para sexta audiência de conciliação entre governo do estado e Sintero

Em seu despacho, datado de hoje, 14/03, o desembargador Oudivanil de Marins determinou a intimação dos secretários titulares da Seduc, Sefin e Chefe da Casa Civil, ou quem os substitua com poder de decisão.

​​​​​​​Autor: Assessoria de Imprensa - Sintero
Publicada em 14 de março de 2018 às 12:40
TJ marca para sexta audiência de conciliação entre governo do estado e Sintero

O Tribunal de Justiça de Rondônia acatou o requerimento do Sintero e marcou para sexta-feira dia 16/03, às 10:45 da manhã, uma audiência de conciliação para tratar da greve dos trabalhadores em educação.

Em seu despacho, datado de hoje, 14/03, o desembargador Oudivanil de Marins determinou a intimação dos secretários titulares da Seduc, Sefin e Chefe da Casa Civil, ou quem os substitua com poder de decisão.

Também determinou que a comissão de representantes das partes terá o número máximo de cinco componentes, acompanhada de seus advogados.

Ontem, dia 13/03 a diretoria do Sintero teve uma audiência com os secretários integrantes da MENP com a expectativa gerada pelo próprio governo de que seria apresentada uma proposta.

No entanto, além de não ter proposta, o secretário Chefe da Casa Civil ainda zombou dos trabalhadores em educação.

Na manhã desta quarta-feira, 14/03, a direção do Sintero participou de uma audiência na Assembleia Legislativa, convocada pela Comissão de Educação, para que o governo desse explicações pelo não atendimento das reivindicações.

Enquanto a reunião acontecia, os trabalhadores em educação ocuparam a galeria do plenário principal da Assembleia Legislativa.

A greve dos trabalhadores em educação teve início dia 21/02 e a categoria está determinada ampliar o movimento com manifestações e outros atos públicos até que as reivindicações sejam atendidas.

Comentários

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    Jota 14/03/2018

    na hora de votar vcs são os primeiras a eleger esses governos corruptos.

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    professor 14/03/2018

    Aos professores , "formadores de opinião", juntem-se à luta, porque até os judiciário vai entrar em greve, por causa do risco de perda do bolsa "auxílio moradia". Estamos pedindo apenas o que nos é de direito: respeito e dignidade, porque ninguém trabalha só por amor, sentimento não vai pagar nossas contas.

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