Câmara abre segundo período legislativo em clima de total descontração

A Câmara Municipal de Porto Velho abriu os trabalhos do segundo período legislativo, terça-feira (1), em clima de total descontração.

Por Valdemir Caldas
Publicada em 02 de agosto de 2017 às 14:51

A Câmara Municipal de Porto Velho abriu os trabalhos do segundo período legislativo, terça-feira (1), em clima de total descontração. O prefeito Hildon Chaves não compareceu, nem mandou mensagem cumprimentando os parlamentares pelo retorno às atividades, como é comum em ocasiões como essa, mas mandou seu chefe de gabinete, Luiz Fernando, que chegou sorrindo e saiu sorrindo. Quer coisa melhor!

O presidente Mauricio Carvalho saudou os vereadores e o público presente. Depois, pediu a Deus que abençoasse os trabalhos da Casa, para que os colegas pudessem elaborar e conduzir ações e projetos que contribuíssem para melhorar a qualidade de vida dos munícipes portovelhenses, atuando sempre com a responsabilidade que o exercício de um mandato popular exige dos autênticos representantes da população, nas mais diferentes esferas de poder.

Quem apostou que a recente troca de farpas pela internet entre a vereadora Ada Dantas e uma professora daria o tom dos discursos, errou, redondamente. A meu ver, o bate boca entre as duas são favas contadas. Chegou ao seu ápice nas redes sociais, esfriou e, portanto, não vai dar em nada. O sorriso estampado no rosto de Ada, antes de começar a sessão, falava por si só. O caso está morto e enterrado.

Quanto à lista com nomes de pessoas eventualmente indicadas por autoridades para postos na administração do prefeito Hildon Chaves também pouco se falou sobre o assunto. Apenas os vereadores Alan Queiroz e Jair Montes comentaram o caso. Da tribuna, Alan disse que qualquer pessoa pode prepara uma lista com nomes de ocupantes de cargos de um poder, órgão ou de uma instituição e, tranquilamente, distribuí-la. Difícil, no entanto, é provar a veracidade de seu conteúdo, motivo pelo qual a tal lista não merecia crédito.  

O vereador Jair Montes disse que pessoas deixam currículos em seu gabinete e ele, prontamente, os encaminha a supermercados, lojas e órgãos públicos, como, por exemplo, a prefeitura da capital. É provável que o prefeito tenha nomeado algumas delas para cargos na administração, o que não atesta que ele pediu emprego para ninguém.

O presidente Mauricio Carvalho foi lacônico: “Como poderia eu ter indicado minha sogra para cargo na prefeitura se nem casado sou?” Boas gargalhadas coroaram o fim do assunto e da sessão solene.

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