Acusado de matar policial militar no Espaço Alternativo é condenado a mais de 16 anos de prisão

Em seu depoimento, Jefferson repetiu o que estava nos autos, que matou Bianor porque ele estava no local dos fatos e, sob efeito de bebida alcoólica, estava mexendo com algumas mulheres. Como uma destas mulheres era esposa de Jefferson, ele resolveu matar o policial.

Assessoria de Comunicação Institucional
Publicada em 29 de março de 2017 às 14:39
Acusado de matar policial militar no Espaço Alternativo é condenado a mais de 16 anos de prisão

A vítima e seu assassino/Foto: Divulgação

Jefferson Eduardo Azevedo Brito (foto)  foi condenado a 16 anos e 2 meses de reclusão pela morte do policial militar Bianor Sales Cochi Júnior. O crime ocorreu no Espaço Alternativo (Avenida Jorge Teixeira), em Porto Velho, durante a madrugada do dia 17 de outubro de 2016. O julgamento, conduzido pelo juiz titular do 2º Tribunal do Júri, José Gonçalves da Silva, ocorreu nessa terça-feira, dia 29, e se estendeu até o início da noite, quando os jurados decidiram pela condenação do réu confesso.

Em seu depoimento, Jefferson repetiu o que estava nos autos, que matou Bianor porque ele estava no local dos fatos e, sob efeito de bebida alcoólica, estava mexendo com algumas mulheres. Como uma destas mulheres era esposa de Jefferson, ele resolveu matar o policial.

Atuaram na acusação o promotor Elias Chaquian Filho e o assistente Carlos Mendonça Tavernard. A defesa ficou a cargo do advogado Diogo Scpricigo da Silva.

Na dosimetria da pena, foram considerados alguns agravantes. O réu se utilizou de recurso que impossibilitou a defesa da vítima, pois aproveitou que ela estava com os reflexos comprometidos em razão da embriaguez, para surpreendê-la com vários disparos de arma de fogo. Não ficou comprovada que a intenção do réu era a de subtrair a arma do policial.

"Em razão de o delito ter sido cometido com violência à pessoa, o torna-se inviável a substituição da pena privativa de liberdade por restritivas de direitos ou multa" disse o magistrado ao ler a sentença. Além da pena de 16 anos e 2 meses de reclusão, Jefferson foi condenado também a pagar multa de 12 dias, no valor unitário de 1/30 do salário mínimo".

Comentários

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    geraldo 30/03/2017

    Essa e as nossas leis,onde uma vida vale,menos de 4 anos de prisão, se tivemos prisão perpêrtua ,duvido ,se matavam por motivos futéis,o homicida passa 4 anos preso,ganha a liberdade,em quanto que a vitima ,fica eternamente presa,homicidio por motivos futéis,teria que ser prisão pérpêrtua..essa e minha opinião,nossas leis tem que ser revista,com urgência

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